13/11/07

ESTÁ O SECTOR EM CRISE DE IDENTIDADE?


É caso para perguntar, nesta primeira postagem, se o sector da aviação ultraligeira está a atravessar uma crise de representatividade associativa - representatividade que deve pugnar pela defesa e luta dos direitos e interesses dos seus associados. Uma batalha que deve ser travada junto das autoridades nacionais bem remuneradas pelos nossos impostos, sem medo e com coragem.

Ao que tudo indica, a APAU, dirigida pelo seu sócio nº0 (zero? - ninguém é o zero, zero é nada e pode ser tudo para que a organização seja igual a nada), não agrada a grande parte dos seus associados. A ser verdade, se de facto assim o é, será caso para abandonarmos o campo antes do bombardeamento aéreo? Que se passa na nossa aviação? Que sensibilidades por aí andam? Que se passa? Tem a ver com o quê? A APAU deve desaparecer ou simplesmente ser reavaliada? É a APAU uma fundação tipo família "Lemos"? Não, não é e não o deverá ser. É uma associação nacional, válida e representativa que deve ser responsabilizada pelos sócios, pelos aero clubes, pelas associações regionais. Só depois deste trabalho esgotado é que se pode promover o encerramento ou esvaziamento da APAU. Será que o tempo já se esgotou?


Termino, perguntando:

Quem quer trabalhar em defesa do futuro, seja na APAU, seja na AOPA ou numa coisa que se venha a chamar de ARAL ("R" de regional) - esta última que justifique existir algo com carácter nacional, pressionante, responsabilizante!

1 comentário:

Anónimo disse...

Lamentável. Lamentável. A APAU não resolve asssuntos e não é democrática. A APAU parece ter sido criada por um grupo INAC para que a estrutura seja aquilo que é: representativa e vinculativa.

Isto é grave, muito grave e tem de ser mudado. Não tem de se mudar a APAU, a APAU fica a solo sem apoio dos sócios que lhe dão substância legal.
A APAU ficará a a voz solidária e solitária do INAC.