11 de Maio é a nova data da realização da festa com almoço do Aeroclube Além Tejo, no Campo de Voo do Campinho, um dos pólos do aeroclube com sede nacional no aeródromo municipal de Évora.
Esta data foi encontrada em reunião de direcção ocorrida no dia 18 deste mês em substituição do dia 19 de Abril afectado pelo mau tempo.
Dia 11 de Maio, um almoço e lanche numa festa de homenagem à aviação ligeira desportiva e de lazer, consagrada com a constituição do Aeroclube Além Tejo - tudo a sul, tudo a norte, tudo a este e tudo a oeste.
Vamos estar presentes e trazer aqui as fotos do evento.
19/04/08
16/04/08
Mau tempo obriga Aeroclube Além Tejo a adiar almoço/encontro no Campinho
As previsões de mau tempo para os próximos dias obrigou o Aeroclube Além Tejo a adiar o almoço previsto para o Campo de Voo do Campinho, em Reguengos de Monsaraz, no Sábado dia 19 de Abril.
Segundo a direcção do Aeroclube Além Tejo, a nova data para a realização do Encontro de Sócios e Amigos, por Ar e por Terra, será anunciada já na próxima segunda-feira.
Segundo a direcção do Aeroclube Além Tejo, a nova data para a realização do Encontro de Sócios e Amigos, por Ar e por Terra, será anunciada já na próxima segunda-feira.
10/04/08
08/04/08
07/04/08
STORM perseguido por dois F-16, piloto de Montemor-o-Novo viola regras básicas!
Quem não sabe as regras deve ficar no chão!
Diz o "24Horas"
A entrada, completamente inesperada, de uma aeronave no espaço aéreo nacional fez disparar
os radares de defesa da Força Aérea Portuguesa (FAP), colocando em marcha o dispositivo operacional destinado a responder à possibilidade de um ataque terrorista. O incidente ocorreu na semana passada, quando o aparelho – um Storm Aircraft – foi detectado pelo Sistema de Comando e Controlo Aéreo, instalado em Monsanto, pouco depois de ter entrado no espaço aéreo português, no distrito de Portalegre. Nessa altura, o Storm estava a sobrevoar o Alentejo a cerca de 6 mil pés (um pouco menos de dois mil metros) de altitude, sem plano nem autorização de voo. Trata-se de “uma situação muito perigosa. Dada a altitude a que se encontrava poderia colocar em causa a segurança da aviação comercial e militar e provocar uma tragédia”, explica um piloto de aviação ligeira que descreve o incidente como “bastante invulgar”. O caso obrigou dois caças F-16 estacionados na Base de Monte Real a levantar voo para interceptar a avioneta que, entretanto, aterrou em segurança no Campo de Voo Benavente, onde o piloto foi identificado pela GNR. Posteriormente, o aparelho foi levado para um aeródromo próximo de Montemor-o- Novo, no Alentejo. Contactado pelo 24horas, o portavoz da FAP, tenente-coronel António Seabra, recusou avançar pormenores sobre o incidente. “A informação relativa a dados de episódios específicos relacionados com a capacidade nacional de vigilância do espaço aéreo é classificada”, explicou o porta-voz da Força Aérea, acrescentando que quando ocorrem acontecimentos deste tipo são accionadas diversas outras entidades, como o Instituto Nacional de Aviação Civil (INAC), directores de aeródromo, Polícia Judiciária e GNR. Ainda de acordo com António Seabra, a colocação em perigo de outras aeronaves “depende da situação momentânea de circulação do tráfego aéreo, do espaço aéreo utilizado e dos equipamentos de rádio e radar utilizados, entre outros”. Durante o período em que permaneceu no ar, o Storm não terá respondido às tentativas de comunicação, via rádio, feitas pela FAP, o que determinou a decisão de accionar as medidas de segurança, levando os F-16 a entrar prontamente em acção.
Em declarações ao 24horas, o director do Campo de Voo de Benavente, António João Marinho, confirmou o incidente e revelou que o piloto “foi ouvido” pelas autoridades militares ainda no interior do aeródromo.
Regras violadas
De acordo com as regras de aviação ligeira, ao voar em “espaço controlado”, o que neste caso concreto quer dizer acima dos 2 mil pés de altitude, qualquer aeronave tem obrigatoriamente de apresentar um plano de voo e obter a respectiva autorização. Tal não aconteceu. Aliás, “neste caso foram violadas diversas regras de segurança que originaram o accionar do sistema de defesa aéreo nacional”, considera uma fonte do sector. Segundo explica o tenente-coronel António Seabra, a Força Aérea mantém um alerta permanente no solo de uma parelha de aviões de F- 16 e a “vigilância permanente do espaço aéreo, a partir de radares de defesa aérea instalados no território, cuja informação é centralizada em Monsanto, através de um sistema sofisticado e dos mais avançados a nível mundial”. Em caso de necessidade, este dispositivo operacional pode ainda ser reforçado com outros meios aéreos (aviões interceptores ou aeronaves de aviso prévio em voo, como o E- 3A da NATO) ou adoptada uma postura “mais activa”, como a colocação de aeronaves em voo, em patrulhamento aéreo de combate, como aconteceu durante o Euro 2004 ou durante a recente cimeira União Europeia/África.
Diz o "24Horas"
A entrada, completamente inesperada, de uma aeronave no espaço aéreo nacional fez disparar
os radares de defesa da Força Aérea Portuguesa (FAP), colocando em marcha o dispositivo operacional destinado a responder à possibilidade de um ataque terrorista. O incidente ocorreu na semana passada, quando o aparelho – um Storm Aircraft – foi detectado pelo Sistema de Comando e Controlo Aéreo, instalado em Monsanto, pouco depois de ter entrado no espaço aéreo português, no distrito de Portalegre. Nessa altura, o Storm estava a sobrevoar o Alentejo a cerca de 6 mil pés (um pouco menos de dois mil metros) de altitude, sem plano nem autorização de voo. Trata-se de “uma situação muito perigosa. Dada a altitude a que se encontrava poderia colocar em causa a segurança da aviação comercial e militar e provocar uma tragédia”, explica um piloto de aviação ligeira que descreve o incidente como “bastante invulgar”. O caso obrigou dois caças F-16 estacionados na Base de Monte Real a levantar voo para interceptar a avioneta que, entretanto, aterrou em segurança no Campo de Voo Benavente, onde o piloto foi identificado pela GNR. Posteriormente, o aparelho foi levado para um aeródromo próximo de Montemor-o- Novo, no Alentejo. Contactado pelo 24horas, o portavoz da FAP, tenente-coronel António Seabra, recusou avançar pormenores sobre o incidente. “A informação relativa a dados de episódios específicos relacionados com a capacidade nacional de vigilância do espaço aéreo é classificada”, explicou o porta-voz da Força Aérea, acrescentando que quando ocorrem acontecimentos deste tipo são accionadas diversas outras entidades, como o Instituto Nacional de Aviação Civil (INAC), directores de aeródromo, Polícia Judiciária e GNR. Ainda de acordo com António Seabra, a colocação em perigo de outras aeronaves “depende da situação momentânea de circulação do tráfego aéreo, do espaço aéreo utilizado e dos equipamentos de rádio e radar utilizados, entre outros”. Durante o período em que permaneceu no ar, o Storm não terá respondido às tentativas de comunicação, via rádio, feitas pela FAP, o que determinou a decisão de accionar as medidas de segurança, levando os F-16 a entrar prontamente em acção.
Em declarações ao 24horas, o director do Campo de Voo de Benavente, António João Marinho, confirmou o incidente e revelou que o piloto “foi ouvido” pelas autoridades militares ainda no interior do aeródromo.
Regras violadas
De acordo com as regras de aviação ligeira, ao voar em “espaço controlado”, o que neste caso concreto quer dizer acima dos 2 mil pés de altitude, qualquer aeronave tem obrigatoriamente de apresentar um plano de voo e obter a respectiva autorização. Tal não aconteceu. Aliás, “neste caso foram violadas diversas regras de segurança que originaram o accionar do sistema de defesa aéreo nacional”, considera uma fonte do sector. Segundo explica o tenente-coronel António Seabra, a Força Aérea mantém um alerta permanente no solo de uma parelha de aviões de F- 16 e a “vigilância permanente do espaço aéreo, a partir de radares de defesa aérea instalados no território, cuja informação é centralizada em Monsanto, através de um sistema sofisticado e dos mais avançados a nível mundial”. Em caso de necessidade, este dispositivo operacional pode ainda ser reforçado com outros meios aéreos (aviões interceptores ou aeronaves de aviso prévio em voo, como o E- 3A da NATO) ou adoptada uma postura “mais activa”, como a colocação de aeronaves em voo, em patrulhamento aéreo de combate, como aconteceu durante o Euro 2004 ou durante a recente cimeira União Europeia/África.
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