Caro amigos
As políticas e os favores, coisas tais como louvores em comendas mendigadas, de comendadores e de outros aparentemente vivos mas já há muito defuntos.. já nada me surpreende. Porém, a culpa não é do Sócrates mas da política real num país que não se questiona. Este é o governo de uma realidade social agravada pela ignorância continuada. Este povo, de norte a sul do país, do Corvo a Porto Santo, atravessando gerações, lamenta e esquece o poder absoluto que a democracia lhes confere. Pelo contrário, maldiz e vota repetidamente, não se organiza e deixa o valor da denúncia morrer por si, ignorando a sua própria verdade e responsabilidade para com o futuro.
Há um país que o foi e deixou de o ser sem saber, em milhões há meros individuais que o gritam para o salvar em vão...
Este, diria, não é o meu país. O meu país é coisa diferente onde o próximo foi protegido por mim e pelos meus compatriotas. I
Invariavelmente só... daí restar apenas o meu novo país sem terra e de todas a terras, dono da estrelas e das constelações - propriedade do olhar puro sem amordaças e longe da hipocrisia da sociedade magnífica do socialismo desvirtuado pelo Homem (independentemente do género).
O meu país é a minha humanidade e dessa não abdicarei jamais. Daí vos diga, por ar e por terra, feitas quatro décadas, as restantes serão por mar sobrevoando as vagas, atravessando a bruma, libertando a alma da coisa terrena ...que de indigna já não passa.
AV
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